A saúde pública do Brasil não seria a mesma hoje, não fosse a atuação do casal Leônidas de Mello Deane e Maria Von Paumgartten Deane, fundamentais no combate a males endêmicos como malária, filariose, leishmaniose visceral, verminose e leptospirose. Para combater as epidemias, o casal de parasitologistas viajou por todo norte e nordeste fazendo palestras e orientando a população sobre saneamento básico. Leônidas aprofundou seus estudos em microbiologia. Já Maria estudou endemia desde a formação em medicina. A parasitologia entrou na vida de ambos por meio da atuação no Instituto de Patologia Experimental do Norte, atual Instituto Evandro Chagas. Participaram do Serviço de Malária do Nordeste; fizeram cursos nas universidades de Johns Hopkins e de Michigan, nos Estados Unidos, e, com o título de mestres em saúde pública, voltaram para a Amazônia, onde trabalharam no Serviço Especial da Saúde Pública. Leônidas Nasceu a 18 de março de 1914, em Belém do Pará, e Maria a 24 de julho de 1916, também em Belém. Ambos estudaram na Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará. Ocuparam diversos cargos em instituições renomadas do Brasil e do mundo, entre elas o Instituto Oswaldo Cruz, além de receberem inúmeras homenagens por sua contribuição à saúde pública nacional. Leônidas Deane faleceu em 30 de janeiro de 1993. Maria José Deane morreu em 13 de agosto de 1995.
Escolhemos esse casal, pois eles foram um exemplo de humanização, contribuindo na saúde publica, erradicando nas epidemias, ajudando a população.
Escolhemos esse casal, pois eles foram um exemplo de humanização, contribuindo na saúde publica, erradicando nas epidemias, ajudando a população.
